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A importância da vacinação na terceira idade

Você sabia que a Herpes zóster atinge principalmente pessoas com mais de 50 anos e aumenta risco de infarto e de AVC?  Na fase adulta, muitas pessoas esquecem que a imunização ainda é importante para a manutenção da saúde. Uma das doenças que acomete, principalmente, pessoas acima de 50 anos é a herpes zóster, também conhecida como cobreiro. A doença ocorre quando o vírus da catapora se reativa, principalmente em pessoas que estão com a imunidade baixa.

A vacina contra herpes zóster está disponível na rede particular e é recomendada para pessoas com mais de 50 anos. Ela é ministrada em uma única dose e aumenta a imunidade celular, reduzindo a incidência, a gravidade e as complicações da doença.

Segundo análise pelo periódico BMC Geriatrics, a projeção é de que mais pessoas venham a sofrer com o herpes zóster depois dos 60 anos. O índice de afetados deve crescer de 2,35 a 3,74% por ano até 2030, como mostram cientistas que avaliaram dados da Austrália, do Japão e dos Estados Unidos.

Os pacientes correm um risco maior de sofrer ataques do coração ou acidente vascular cerebral (AVC), informaram cientistas sul-coreanos. De acordo com a publicação de 3 de julho, as pesquisas determinaram que as pessoas com estas infecções têm 41% mais chances de sofrer um problema cardiovascular, ao comparar suas amostras com as de pacientes da mesma idade sem a doença.

O vírus se aloja, na maioria das vezes, próximo ao nervo, por isso as manifestações são bem dolorosas e devem ser tratadas com remédios específicos e repouso.

Vacinas na fase adulta

As vacinas que fazem parte do calendário vacinal dos adultos e idosos são igualmente importantes na prevenção de doenças graves, como Hepatites, Meningites, HPV, Doença pneumocócica e Herpes zóster.

Algumas delas são realizadas em dose única e outras necessitam de mais de uma dose ou reforços de tempos em tempos, porque a primeira dose pode não conferir imunidade total ou porque pode ocorrer uma redução da imunidade com o passar dos anos. É o caso da difteria, tétano e febre amarela, que devem ser tomadas a cada dez anos.

Fonte: Unimed

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